Carnaval 2015

07/03/2014 - Acadêmicos de Venda Nova é TRICAMPEÃ do carnaval de Beagá, e ainda arrebata os prêmios de Melhor Samba-enredo, Melhor Fantasia, Melhor Evolução, Melhor Bateria, Melhor Comissão de Frente, Melhor Mestre-sala e Porta-bandeira, Melhor Harmonia, Melhor Evolução. (fonte: www.avendanova.com.br)

Festa azul e rosa no carnaval da capital de Minas Gerais, Acadêmicos de Venda Nova é TRIcampeã numa virada histórica, ocorrida durante apuração das notas do carnaval 2014, na Câmara Municipal de Belo Horizonte. Devido a aplicação de uma penalidade que lhe custou 2,5 pontos logo na partida, os muitos torcedores e componentes da Venda Nova presentes, nao continham o entusiasmo pelo belo desfile realizado, em suas expressões faciais nem nos gritos proferidos a cada nota lida. Mas o sufoco só terminou justamente no último quesito avaliado, Comissão de Frente, e até aquele momento a Canto da Alvorada estava em primeiro lugar. Para delírio de Venda Nova, o último julgador atribuiu 8,5 pontos para a concorrente, que terminou em 2o. Lugar, enquanto gritos e lágrimas de emoção explodiam dos corações dos vendanovenses. "Assim como a Fênix, nosso símbolo, ressurgimos das cinzas de uma apuração onde estávamos 2,5 pontos atrás de todos, e explodimos de euforia com este resultado mais do que esperado. Se a penalidade não existisse nós terminaríamos com um placar de mais de 2 pontos a frente das demais agremiações", confidenciou o presidente Francisco Gonçalves, Kiko, após a divulgação dos resultados. O desfile foi dos mais animados da noite e a platéia recebeu com muitos aplausos e entusiamo a terceira escola de samba da noite, a Acadêmicos de Venda Nova. De cara, no seu abre-alas que trazia o sentido visão, o famoso apresentador Mauro Tramonte era o destaque principal, cantou e sambou o tempo todo, mandou beijos e "tchaus" para o público das arquibancadas, camarotes e aos expectadores dos alambrados. A platéia "veio abaixo" com a passagem da carismática celebridade. Num luxuoso desfile, a azul e rosa apresentou o enredo "5 SENTIDOS numa mesma emoção", e terminou cantando o sexto sentido de sermos hexa-campeões na Copa do Brasil, a realizar-se daqui há alguns meses. Uma sucessão de 5 alegorias, 15 alas e muitos destaques, elucidou cada um dos sentidos com muita originalidade, criatividade e luxo, o que arrebatou a platéia e os jurados. Muitas celebridades abrilhantaram ainda mais o desfile, seja em cima dos carros alegóricos ou nas alas, como o rei Momo e Mestre-sala Léo de Jesus, a designer de carnaval Arabela Gonçalves, o maquiador das misses Alex, os empresários Fátima e Dário Neves, Ana Luisa e Adelmo da Garden Party, o chef Valdez Maranhão e Cláudia, entre outros. Perfeitos em harmonia e evolução, os compenentes transformaram a avenida Afonso Pena num rio de muitas cores e brilhos. Logo no início, a Comissão de Frente coreografada por Fábio Canadá, apresentava uma bola imensa que explodia em confetes e fumaça, a cada passada do refrão do samba-enredo. Este, inclusive, composto pela Geraldo Magnata e Mário da Viola (bicampeões nos concursos de samba enredo realizados pela Acadêmicos de Venda Nova), interpretado com maestria pelos tradicionais Marcelo Zói, Lulu do Império, Valdir Alkimia. A bateria sob a direção do mestre Rafael Leite, deu um show de rítmo e harmonia, mantendo uma cadência perfeita. Mais uma vez o casal Mestre-sala Dênis e Porta-bandeira Kele Cristina, foi nota dez de elegância e graça. Numa noite de muitas estrelas no céu e no desfile, a Acadêmicos de Venda Nova aguçou todos os sentidos da platéia presente, na avenida Afonso Pena, deixando todos com um gostinho de "quero mais" ao ver se aproximar os últimos carro e alas da escola. Acompanhe fotos na Galeria 2014. (fotos gentilmente cedidas por Gualter Cajá, Edson Luis, Valdez Maranhão, Denis William, Belotur).
13/mar/2011 - Alegorias usadas no Rio dão título à Canto da Alvorada - Escola comprou ‘Robocop’ de 2010 da Unidos de Padre Miguel, que desfilou no grupo de acesso do Carnaval carioca.

A escola de samba Canto da Alvorada, campeã do Carnaval 2011 de Belo Horizonte, utilizou fantasias e um carro alegórico de segunda mão. O material, “importado” do Rio de Janeiro, foi usado no ano passado pela Unidos de Padre Miguel, agremiação do grupo de acesso carioca. Representantes de outras escolas de BH argumentam que a prática é desleal. “Como vamos competir com um carro alegórico feito no estilo do Rio de Janeiro, em escolas profissionais?”, questiona Luiz Carlos Novais, presidente da Bem-te-vi, que ficou em terceiro lugar na disputa na capital mineira. O presidente da Canto da Alvorada, Carlos Damasceno, reconhece que 20% das fantasias que percorreram a passarela do samba no Boulevard Arrudas foram reaproveitadas. O carro alegórico “Robocop”, da Unidos de Padre Miguel, foi adaptado ao enredo da agremiação, que abordou a evolução humana. Segundo Damasceno, o reaproveitamento de fantasias é comum em todo o país, inclusive no Rio de Janeiro e em São Paulo. “Transformamos a alegoria de acordo com a nossa necessidade. Quem viu o Robocop não sabe o trabalho que deu”. O artifício de reciclar fantasias foi usado também pela Chame-Chame em 2010 – quando a agremiação, que existia há três anos na época, levou o primeiro título. Em 2011, a escola ficou com o vice-campeonato. De olho no Carnaval do ano que vem, o presidente da Chame-Chame, Patrício Rezende Thomé, viaja neste domingo (13) ao Rio de Janeiro para “garimpar” fantasias e adereços descartados pelas escolas cariocas no último desfile. O regulamento do Carnaval de BH não proíbe a prática. Mas ela é considerada antiética por Luiz Carlos Novais, presidente da liga das escolas (Samba 10). Ele lembra que a produção das alegorias, embora artesanal, envolve a contratação de profissionais como costureiras, marceneiros, serralheiros e estilista. Somente o desfile da Bem-te-vi teria gerado 40 empregos temporários. “Nos consideramos vencedores, pois fizemos um Carnaval legítimo de BH”, diz Novais. A proibição ao uso de fantasias trazidas de outros carnavais chegou a ser discutida pela liga em agosto de 2010, mas não entrou no regulamento. Marco Aurélio Gonçalves, carnavalesco e presidente de honra da Acadêmicos de Venda Nova, comemora a conquista do quarto lugar a partir do uso de fantasias e adereços feitos na própria comunidade. “Somos uma agremiação ética, que produz suas alegorias dentro do bairro, com mãos de Venda Nova”. Cada escola de samba de BH recebeu R$ 55 mil em subsídios da prefeitura e do Governo do Estado. O Samba 10 pretende sugerir que as notas fiscais exigidas na prestação de contas tenham procedência em Minas Gerais. O presidente da Belotur, Arthur Vianna, disse não ser possível intervir no uso de adereços trazidos de fora, pois essa não é a “seara” do poder público. O papel do município, afirma ele, é oferecer infraestrutura para os desfiles. Vice-presidente da Canto da Alvorada, o presidente da Câmara dos Vereadores, Léo Burguês (PSDB), afirma que o dinheiro das escolas deve ser gasto da melhor forma possível, por ser escasso. “Se você consegue alegoria de fora, já pronta, a um quinto do preço, não faz sentido fazer aqui”. O Carnaval de BH, incluindo os bailes regionais, custou R$ 1,5 milhão. Para a próxima edição, a Belotur quer firmar parcerias com a iniciativa privada para dar visibilidade ao evento. O resultado desse ano foi divulgado na noite de sexta-feira, quatro dias após o encerramento dos desfiles. A escola Cidade Jardim ganhou o primeiro lugar no Grupo B e volta, em 2012, a se apresentar no Grupo A. A Unidos dos Guaranis foi rebaixada. Balanço aponta falhas a serem corrigidas para 2012 Balanço feito por carnavalescos de Belo Horizonte indica falhas que vão do desfile à apuração das notas das escolas de samba. Para eles, a área de concentração das agremiações no Boulevard Arrudas é um dos pontos que precisa ser melhorado em 2012. Segundo o carnavalesco da Acadêmicos de Venda Nova, Marco Aurélio Gonçalves, a segurança no local deixou a desejar. “Apesar do policiamento muito bom na passarela e no entorno, tivemos que montar as fantasias em meio a mendigos e moradores de rua”, afirmou. Gonçalves sugere, para o próximo ano, a mudança no sentido dos desfiles no Boulevard, o que diminuiria o número de manobras com os carros alegóricos. A apuração do Carnaval de BH, marcada para as 18 horas da última sexta-feira, começou com 50 minutos de atraso. O principal motivo: esperar a chegada do presidente da Câmara, Léo Burguês (PSDB), e o discurso de vários parlamentares. Só após a chegada do tucano, que é vice-presidente da Canto da Alvorada, a sessão foi iniciada efetivamente. Durante o discurso, ele aproveitou o microfone para agradecer o “empenho” do prefeito Marcio Lacerda e dos vereadores pela festa no Boulevard Arrudas. Enalteceu também todos os representantes das escolas e blocos caricatos no Carnaval de Belo Horizonte. Em seguida, tomou a palavra o vereador Hugo Thomé (PMN), vice-presidente da Chame-Chame, que usava um chapéu com as cores da escola. Ele destacou as dificuldades financeiras das agremiações e os problemas causados pela chuva. Eram esperadas 50 mil pessoas por dia, mas apenas 15 mil compareceram ao Boulevard Arrudas. O presidente do Samba 10, Luiz Carlos Novais, acredita que o problema teria sido menor caso o acesso às arquibancadas fosse liberado. Segundo ele, muita gente ficou de fora, sem conseguir trocar alimentos por ingressos. No papel de vice-presidente da Canto da Alvorada, Léo Burguês ressaltou a necessidade de antecipar os subsídios para as escolas de samba, para dar mais tempo para a produção das alegorias e adereços. Neste ano, o dinheiro saiu com menos de uma semana dos desfiles. “É importante profissionalizar, trazendo alguns patrocinadores e com veículos de comunicação parceiros”. (I.G., com Humberto Santos).

MARÇO/2011 - DIÁRIO OFICIAL DO MUNICÍPIO DE BH

Disputa acirrada no Carnaval da capital mineira - Muita emoção e expectativa na apuração dos resultados do Carnaval BH 2011 divulgados na Câmara Municipal de Belo Horizonte, nessa sexta-feira (11), no bairro Santa Efigênia. A disputa pelo primeiro lugar entre as escolas de samba do Grupo A foi acirrada. A “Canto da Alvorada” confirmou a vitória com apenas 1,4 pontos à frente da segunda colocada Chame-Chame - campeã do ano passado. A Canto da Alvorada faz parte da história do Carnaval de BH, foi criada em 1979, tetracampeã entre os anos de 2004-2007 e diversos outros títulos quando o desfile era na avenida Afonso Pena – no coração da cidade, e agora mais um título de campeã. A escola não se apresentou bem no ano passado, mas se preparou e veio em suas cores verde e branco na esperança e na certeza de fazer um bom desfile na volta do evento para o centro da cidade. A escola começou bem na avenida. Mostrou disciplina, organização e não sofreu nenhuma penalidade conforme o regulamento, e, além disso tudo, também ganhou neste ano nas categorias de Conjunto, Alegorias e Adereços, e de melhor samba enredo com o título “Humanus quem somos, de onde viemos, pra onde vamos”. A Escola Cidade Jardim também fez bonito no Grupo B, ganhou o primeiro lugar com 84 pontos e volta em 2012 a se apresentar no Grupo A. Unidos Guaranis não foi bem no Grupo A e desce para o Grupo B. Um bloco que “Por Acaso” é bicampeão do Carnaval BH 2011. “Por Acaso”, o caçula do blocos caricatos de Belo Horizonte, criado recentemente em 2009 se consagrou bicampeão do Grupo A. Conseguiu quatro notas máximas e um 9,5 (49,5), mostrou na avenida alegria, disciplina e organização e não teve também nenhuma penalidade. Quem sobe para o Grupo A em 2012 é o bloco Infiltrados de Santa Tereza; quem desce é o Metralhas do IAPI. O evento contou com a participação de Ana Paula de Azevedo - Diretora de Promoção Turística da Belotur, assessores da área jurídica e de eventos da Belotur, representantes das escolas de samba, escolas independentes, blocos caricatos e diversos parlamentares da Casa, além das cores e alegria dos foliões que lotaram a galeria do plenário municipal.

Acadêmicos de Venda Nova - Escola de Samba de Belo Horizonte

Acadêmicos de Venda Nova - Escola de Samba de Belo Horizonte

“Sambódromo Mineiro” recebe Nota 10 - O novo espaço onde aconteceu o Carnaval BH 2011 - Avenida dos Andradas em frente a Praça da Estação – no trecho entre os Viadutos da Floresta e Santa Tereza, oferece diversas condições favoráveis de acesso, segurança e visibilidade para o evento. O local é um ponto histórico e turístico da cidade, um dos poucos do Brasil que tem saídas de trem. Ele está perto de várias linhas de ônibus, da estação do metrô, da rodoviária estadual e fica perto da Companhia de Policiamento da Capital. A região está sendo comparada a Lapa do Rio de Janeiro, inclusive já tem vários espaços culturais.

05/03/2011 (site noticias.r7.com) Começa neste sábado o Carnaval de Belo Horizonte - A festa começa as 19h com 10 blocos - O Carnaval começa oficialmente neste sábado (4) em todo o Estado de Minas Gerais. Em Belo Horizonte, dez blocos caricatos abrem a festa, a partir das 19h, no Boulevard Arrudas. Já em cidades históricas como Diamantina, Mariana, Ouro Preto, São João del-Rei e Abaeté, as programações começam na tarde de hoje e a folia não tem hora marcada para acabar. As informações são do Hoje em Dia. Na capital, o bloco Piratas Pedro II será o primeiro a entrar na passarela do Boulevard Arrudas. Cada bloco terá de 30 a 40 minutos de desfile. Quem fecha as apresentações do sábado de Carnal é o grupo Metralhas do IAPI. No domingo, a escola de samba Imperatriz de Venda Nova abre os desfiles, às 21h. Outras duas agremiações se apresentam no mesmo dia. Já na segunda-feira (7), cinco escolas encerram as apresentações. A Belotur, organizadora do Carnaval em Belo Horizonte, estima que aproximadamente 30.000 pessoas irão prestigiar os desfiles das escolas de samba e blocos caricatos, que pela primeira vez acontecerão no Boulevard Arrudas, na Avenida dos Andradas.

Benefícios da mudança para o Boulevard Arrudas - Presidente da Associação Cultural de Blocos Carnavalescos de Belo Horizonte, Jairo Alves aprovou a decisão da Prefeitura e garantiu o esforço das escolas para o sucesso do Carnaval 2011. “As escolas de samba e os blocos carnavalescos devem agradecer a Prefeitura pela oportunidade de realizar o Carnaval no Centro. Faremos o máximo possível para provar que Belo Horizonte sabe fazer uma grande festa”, afirmou. Para Jairo, a realização do Carnaval no Centro vai atrair um público maior para o evento e pode facilitar o trabalho das escolas de samba para atrair novos patrocinadores. Marcio Lacerda destacou que a solicitação das escolas de samba para a realização do Carnaval no Boulevard Arrudas foi feita em 2009 e que foi realizado um estudo aprofundado sobre a possibilidade de o local receber o evento. “A Prefeitura tem um projeto pronto e seguro para a realização do Carnaval no Boulevard. Tenho certeza que as escolas ficaram muito felizes com a decisão da Prefeitura, porque é uma oportunidade de melhorar a qualidade do Carnaval. Além disso, a população terá mais facilidade de acesso, podendo participar desta grande festa”, afirmou.

Bons resultados do Carnaval 2011 de BH - Arthur Vianna, presidente em exercício da Belotur, afirmou que a realização do Carnaval no Centro é uma grande conquista para a cidade, o que vai, inclusive, contribuir para a melhoria da qualidade do evento. “A notícia da realização do Carnaval no Centro é muito boa. No ano passado já houve uma melhoria muito grande na qualidade do evento e, com a vinda da festa para o Centro, certamente as escolas vão se esforçar ainda mais para apresentar um belo espetáculo”, afirmou. Vianna disse ainda que a experiência do Carnaval na avenida dos Andradas vai fazer com que, a partir do próximo ano, a Prefeitura possa contar com grandes patrocinadores, o que vai proporcionar ao Carnaval da cidade o status de produto turístico. “O benefício do Carnaval acontecer na Andradas é não só atender aos moradores da cidade, mas trazer para a festa novos turistas, principalmente pessoas do interior do estado”, concluiu.

12/03/2011– HOJE EM DIA - Classificação final do Carnaval 2011 Belo Horizonte:

Grupo A - Canto da Alvorada - Com o enredo "Humanus quem somos, de onde viemos, para onde vamos", a Canto da Alvorada foi eleita a campeã do Carnaval de Belo Horizonte de 2011. A apuração aconteceu na noite desta sexta-feira (11), na Câmara Municipal da capital. Os vencedores, que nasceram na sede do Clube Atlético Mineiro, em 1989, foram escolhidos por comissão de dez jurados, entre atores, percussionistas e estilistas. A Canto da Alvorada é a mesma escola da rainha de bateria Juliana Villeno Costa, eleita a mais bela do Carnaval de BH pelos internautas do Portal Hoje Em Dia. A bela rainha da bateria teve 50% do total de votos no concurso. Na passarela do Bulevar Arrudas, a Chame-Chame, que defendia o título, teve de se contentar com o segundo lugar. Em terceiro lugar ficou a Mocidade Independente Bem-te-vi, que encerrou os desfiles de 2011, com o tema "Máscara, realidade, fantasia, sonhos e ilusão."

Grupo B - Cidade Jardim - A Cidade Jardim ganhou vai desfilar junto à elite do Carnaval belo-horizontino em 2012. A escola foi a campeã do Grupo B, seguida pela Estrela do Vale e a Imperatriz de Venda Nova.

Blocos Caricatos - Por Acaso - Entre os nove blocos caricatos que desfilaram este ano, o campeão do grupo A foi o Por Acaso, do Bairro Carlos Prates, na Região Noroeste. O segundo e o terceiro lugares ficaram, respectivamente, para os Mulatos do Samba (Bairro Santo André) e os Bacharéis do Samba (Bairro São Pedro). No grupo B, a liderança ficou com o Bloco Infiltrados de Santa Tereza, que sobe para o Grupo A em 2012, seguido dos Corsários do Samba, do Bairro Floretsa, e dos Aflitos do Anchieta.

Acadêmicos de Venda Nova - Escola de Samba de Belo Horizonte

09/03/2011– HOJE EM DIA - Capa - Venda Nova, favorit em BH – A Acadêmicos de Venda Nova deve levar o título de campeã do carnaval 2011 de Belo Horizonte, segundo o juri do Hoje em Dia. A chuva afastou o público dos desfiles. De 30mil pessoas esperadas por dia, compareceram 5mil...

09/03/2011– HOJE EM DIA - pag.18/Minas - Juri do Hoje aponta favoritismo da Acadêmicos de Venda Nova - Chame-chame e Canto da Alvorada disputam a segunda colocação no carnaval 2011 de BH – A Escola de Samba Acadêmicos de Venda Nova é favorita na disputa pelo título de campeã do carnaval 2011. Chame-chame e Canto da Alvorada devem disputar o segundo lugar. Já a Unidos Guaranis e Mocidade Independente Bem-te-vi desapontaram. A primeira por apresentar enredo repetido, reaproveitando fantasias do ano anterior. A segunda, por não aproveitar bem o tema. É o que garantem os integrantes do juri Hoje em Dia. O desfile do Grupo A no Boulevard Arrudas terminou na madrugada de ontem. Para os especialistas, a Acadêmicos de Venda Nova falou com propriedade sobre o tema escolhido: "Venda Nova tricentenária, um carnaval de presente". O samba enredo foi muito bem desenvolvido, afirmou Celso Pacheco. Para Carlos Demétrio, um dos poucos pecados cometidos pela escola diz respeito a harmonia. Mas de forma geral, a Acadêmicos foi a escola de melhor desempenho na avenida. Responsável por uma das alas da Acadêmicos de Venda Nova, Edson Koka-Kola, disse que apesar das dificuldades financeiras, a escola quer disputar o pódio e lutar para estar sempre entre as favoritas. Fundada em 2004, a agremiação entrou na avenida com 400 componentes, 15 alas e 4 carros alegóricos. Em 2012, queremos dsfilar com mais componentes e para um público ainda maior, planeja Koka-Kola...

09/mar/2011 - Site Hoje em Dia - Ansiedade na capital - Integrantes das escolas de samba e blocos caricatos de Belo Horizonte vão ter de conviver com a ansiedade até sexta-feira, quando os campeões do carnaval 2011 serão revelados. Vencedora do Grupo A no ano passado, a Chame-chame (foto) está novamente entre as favoritas. Com o enredo Respeitável público, em BH, a Chame-chame monta o circo no Bulevar, a agremiação participou do último dia de desfiles, segunda-feira, e levou palhaços, equilibristas, vendedores de algodão-doce e outros elementos do meio circense para o Bulevar Arrudas, em frente à Praça da Estação, no Centro da capital. Assim como ela, Acadêmicos Venda Nova e Canto do Alvorada se destacaram na avenida. Na sexta-feira, serão conhecidos também os vencedores do Grupo B e dos blocos caricatos, em apuração na Câmara Municipal. Abaixo foto da Chame-chame:

09/fev/2010 - Jornal HOJE EM DIA - Escolas de BH finalizam alegorias e adereços para os desfiles - Bicampeã Acadêmicos de Venda Nova promete novidades e a vice, Canto da Alvorada vai 'pintar o sete'. Acadêmicos de Venda Nova - Escola de Samba de Belo HorizonteOs últimos retoques estão sendo feitos para o Carnaval em Belo Horizonte. Enquanto a Belotur prepara a Passarela do Samba, as escolas realizam os derradeiros ensaios e finalizam as alegorias e adereços. A Acadêmicos de Venda Nova, bicampeã do Carnaval 2009, promete levar novidades para o desfile, que acontece na segunda-feira (15). A escola será a quarta a desfilar pelo grupo A. “A bateria tem uma novidade: a superparadinha, preparada pelo mestre Jorginho”, destacou o presidente da escola, Marco Aurélio Gonçalves. O casal de mestre sala e porta-bandeira também é uma promessa de sucesso apresentada por Marco Aurélio. Assim como a escola, Léo de Jesus e Kele Cristina foram eleitos os melhores da avenida em 2008 e 2009 pela Belotur. A frase de Guimarães Rosa, “Minas são muitas” inspirou o enredo “Das Minas às gerais, o cantar de um povo e suas capitais”. Com o tema, a Acadêmicos de Venda Nova levará a história das sedes do Governo mineiro, lembrando de Mariana, Ouro Preto, Belo Horizonte e a Cidade Administrativa. Serão 500 componentes. A Azul e Rosa levará ainda quatro carros alegóricos com os temas das cidades. “No terceiro momento, a gente homenageia os construtores da capital e um dos primeiros blocos da capital, os Diabos de Luneta, que completaria 101 anos”, explicou Marco Aurélio. A Canto da Alvorada, vice-campeã em 2009, vai 'pintar o sete' na avenida. O enredo deste ano traz o mistério que acompanha o número. “O ano foi construído em sete dias, sete são as cores do arco-íris, a semana tem sete dias, sete era o número da camisa de Garrincha...”, destacou o presidente da escola, Carlos Damasceno. Neste ano, ela vem grande, com o dobro de componentes. Serão 600 integrantes em 132 alas e com quatro carros. E o mistério não acompanha apenas o número, mas também o presidente da agremiação, que não quis revelar detalhes do desfile. “É surpresa. O que posso falar é que o primeiro carro traz a criação do mundo e o último, o Carnaval de BH, que está em seu sétimo ano, desde a retomada dos desfiles”. Para Damasceno, o aumento de participantes se deve a uma identidade criada entre a comunidade e a escola, e à credibilidade que o evento está adquirindo. “Na década de 1980 desfilamos com 1.900 pessoas. Para que isso aconteça agora, tem que haver investimentos do poder público na questão da estrutura do Carnaval”.

08/mar/2011 - Escolas de BH enfrentam chuva em segundo dia de desfiles - Escolas do Grupo A de BH levam à passarela entusiasmo para enfrentar a noite de chuva, em que a água foi uma das homenageadas - Durante as apresentações os temas mudaram, mas a chuva continuou acompanhando o último dia de desfiles, quando as cinco escolas do Grupo A disputaram o título ou, na pior das hipóteses, a permanência entre as melhores da capital. Depois de dois dias de problemas com as arquibancadas, montadas por empresa vencedora de licitação que não teria cumprido regras do edital, ontem parte da estrutura interditada pelos bombeiros foi liberada. Com as atenções voltadas para a passarela, a Canto da Alvorada foi a segunda escola na programação, com o enredo Humanus quem somos, de onde viemos, para onde vamos. Nascida na sede do Clube Atlético Mineiro, em 1989, numa conversa informal entre torcedores, a escola se preparou para fazer a plateia cantar: ''Samba no pé, homem primata. Samba no pé, minha mulata. Canto da Alvorada é a civilização, arrebentando com a boca do balão''. Campeã no ano passado, a Chame-chame criou um enredo para levar a magia dos circos para a passarela do Bulevar. A escola do Bairro Salgado Filho, na Região Oeste, é umas das mais novas de BH. Foi criada em 2007 e desfilou pela primeira vez em 2008, conquistando o segundo lugar em 2009. Com 500 integrantes, nove alas e carros alegóricos, a escola convocou: Respeitável público, em BH, a Chame-chame monta o circo no Bulevar. Forte concorrente ao título, a Acadêmicos de Venda Nova apostou na história da região que representa: A Venda Nova tricentenária: um carnaval de presentes. ''Êta, vida boa, tô na Vilarinho. Tô na batucada feita com carinho. Êh, comunidade, corre e vem para ver: meu carnaval é de presente para você'', cantaram os sambistas. Fundada em 2004, no Bairro São João Batista, a escola foi bicampeã em 2009. A Mocidade Independente Bem-te-vi foi para a passarela com a tarefa de encerrar os desfiles de 2011, com o tema Máscara, realidade, fantasia, sonhos e ilusão. A campeã do carnaval 2011 será escolhida por uma comissão de 10 jurados, entre atores, percussionistas e estilistas, que avaliará 10 quesitos: bateria, samba-enredo, harmonia, evolução, enredo, conjunto, alegorias e adereços, fantasias, comissão de frente e mestre-sala e porta-bandeira. As notas vão de cinco a 10. A primeira colocada receberá R$ 20 mil; a segunda, R$ 10 mil; e a terceira, R$ 5 mil. Já a escola que receber a pior nota geral desfilará no Grupo B no ano que vem. A apuração ocorre na sexta-feira, na Câmara Municipal de BH.

05/mar/2011 - PORTAL R7 - Começa neste sábado o carnaval de Belo Horizonte. O Carnaval começa oficialmente neste sábado (4) em todo o Estado de Minas Gerais. Em Belo Horizonte, dez blocos caricatos abrem a festa, a partir das 19h, no Boulevard Arrudas. Já em cidades históricas como Diamantina, Mariana, Ouro Preto, São João del-Rei e Abaeté, as programações começam na tarde de hoje e a folia não tem hora marcada para acabar. As informações são do Hoje em Dia. Na capital, o bloco Piratas Pedro II será o primeiro a entrar na passarela do Boulevard Arrudas. Cada bloco terá de 30 a 40 minutos de desfile. Quem fecha as apresentações do sábado de Carnal é o grupo Metralhas do IAPI. No domingo, a escola de samba Imperatriz de Venda Nova abre os desfiles, às 21h. Outras duas agremiações se apresentam no mesmo dia. Já na segunda-feira (7), cinco escolas encerram as apresentações. A Belotur, organizadora do Carnaval em Belo Horizonte, estima que aproximadamente 30.000 pessoas irão prestigiar os desfiles das escolas de samba e blocos caricatos, que pela primeira vez acontecerão no Boulevard Arrudas, na Avenida dos Andradas.

Acadêmicos de Venda Nova - Escola de Samba de Belo Horizonte

03/11/2009 Lançamento dos sambas-enredos das Escolas de Samba e Blocos Caricatos de Belo Horizonte.

Acadêmicos de Venda Nova - Escola de Samba de Belo Horizonte

28/02/2009 - JORNAL ESTADO DE MINAS - PERSONALIDADE DA SEMANA - Costureira apaixonada por folia é bicampeã em BH - Paixão pela folia e dedicação à escola de samba são os segredos da costureira que uniu forças com os filhos, conseguiu apoio da comunidade e conquistou bicampeonato.

Acadêmicos de Venda Nova - Escola de Samba de Belo Horizonte

Não era talvez o melhor lugar, nem havia tantas facilidades, mas a costureira Arabela Gonçalves, de 59 anos, foi flechada por um amor tão violento pelo carnaval que não lhe restou alternativa diferente à de fundar uma escola de samba. Era início de dezembro de 2004 quando ela, reunida com os quatro filhos e a irmã Adélia, selaram o compromisso de desfilar, já como agremiação, no carnaval do ano seguinte em Belo Horizonte. “Meu filho Marco Aurélio veio com a ideia e topei na mesma hora porque viajo nos ideais dos meus filhos.” Na sala da sua casa surgiu a Escola Acadêmicos de Venda Nova, campeã entre sete escolas que desfilaram no carnaval de BH em 2009. Foi a segunda vitória consecutiva. Um ano antes da fundação da agremiação, a prefeitura havia retomado os desfiles de escolas, desta vez na Via 240, no Bairro Aarão Reis (Região Norte). Longe do Rio de Janeiro, polo dos grandes desfiles de escolas, ela assistia atenta às apresentações pela televisão e até elegeu a Beija-Flor como sua preferida. Por aqui, em 1985, a costureira desfilou pela extinta Mocidade Independente de Venda Nova e passou a ser colaboradora da agremiação, sediada na região onde criou seus filhos. Gostou do que experimentou e se inspirou para confeccionar fantasias de deusa asteca, morena sol, rainha Maria Antonieta e outras que lhe renderam 18 troféus de primeiros lugares em concursos de bailes populares ou clubes. Na Acadêmicos de Venda Nova, o filho Marco Aurélio Gonçalves, presidente atual da escola, faz os desenhos e o resto da família ajuda na montagem e na administração. A carnavalesca que se apresenta como “pessoa que não é boa com as palavras, mas é boa com as mãos”, diz ter herdado da mãe o gosto de se enfeitar. “A qualquer hora do dia, parece que ela vai sair porque está sempre com fitas, pulseira, laços, rendas e estampas.” Mesmo nos anos sem carnaval oficial em BH, Arabela juntava a turma e ia para Sabará ou Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. “Começamos a fazer fantasias para escolas lá e sempre desfilávamos também. Na minha casa, o carnaval nunca acabou.”. No primeiro desfile da Acadêmicos de Venda Nova foram os amigos da Escola Unidos da Vila, de Sabará, que emprestaram instrumentos para bateria e um carro alegórico. Hoje, eles compraram a estrutura de quatro carros, equiparam os batuqueiros e alugaram um espaço no Bairro São João Batista, em Venda Nova. Os tecidos, serpentinas e brilhos estão espalhados pelo chão e pelas mesas do cômodo à espera de mãos que vão organizá-los para uso no próximo carnaval. Ela divide seu tempo entre essa ocupação e suas tarefas como dona-de-casa, mãe e avó. “No dia-a-dia sou a pessoa mais comum que se pode imaginar.” No início era aquela história: a experiência em desenho, montagem e confecção de fantasias era grande, mas nenhum dos seis membros da família Gonçalves sabia bem como dirigir uma escola. Foram atrás de informações e da papelada para se registrar na prefeitura. “Tinha até dúvidas se o carnaval de BH ia pegar mesmo ou não, mas estávamos tão animados que a gente iria para a rua com as roupas de qualquer maneira.” A adesão dos vizinhos com dedicação voluntária e entusiasmada surpreendeu Arabela. “O sucesso é graças à comunidade e às pessoas que acreditam na gente.” Mesmo sem condições de comprar uma sede própria ainda, eles planejam ocupar um espaço maior e oferecer oficinas de arte para os moradores da Região de Venda Nova. “Vou virar uma Dercy Gonçalves, mas enquanto puder vou desfilar e trabalhar pelo carnaval.” À bandeira azul e rosa da Acadêmicos de Venda Nova será acrescida mais uma estrela, a de bicampeã. Arabela avalia que a apresentação deste ano representa 50% do que eles almejam como ideal. “No próximo, corremos atrás dos 70%.” No desfile deste ano, a escola saiu com quatro carros alegóricos e 12 alas que reuniram 450 pessoas. Fênix, o pássaro mitológico que morre queimado e depois renasce das próprias cinzas, abriu a apresentação ao som do samba-enredo SOS Planeta Terra – o futuro chegou, e agora? A Acadêmicos de Venda Nova e as outras escolas de BH receberam neste ano R$ 20 mil da prefeitura e R$ 25 mil do estado para preparar o desfile. O dinheiro do município só saiu nos dias de início do carnaval e o do estado, algumas semanas antes. No ano passado, foram R$ 15 mil apenas. Nenhuma das agremiações tem sede própria, todas estão fora da Região Centro-Sul e, em uma cidade sem tradição de folia momesca, sobrevivem graças a eventos promovidos durante o ano e à doação do trabalho de amantes do samba. “Quero que venham mais escolas e sei que vão passar a acreditar mais na festa porque carnaval é cultura e precisamos dele”, profetiza Arabela.

07/09/2007 - INFORMATIVO MANUELZÃO - FestiVelhas Jequitibá 2007 - - ABRAM ALAS - Em mais uma noite fria em Jequitibá, em pleno 7 de setembro, o ritmo que ganha lugar no FestiVelhas Jequitibá pouco lembra vapor saindo da boca e agasalhos de lã. Samba lembra fevereiro, lembra carnaval. Mas estamos em setembro. Então, o que estaria fazendo a Escola de Samba Acadêmicos de Venda Nova com sua bateria, mestre sala e porta bandeira, baianas, destaques e passistas no palco do festival? A resposta está no enredo escolhido para o Carnaval 2008 de Belo Horizonte: Velhas, o rio que corre em mim. “Escolhemos a história de um rio que está ligado à nossa vida, ao nosso dia-a-dia. É de lá que nós tiramos nossa água e é lá que depositamos nossos resíduos”, explica o presidente da Escola, Marco Aurélio Gonçalves. A bateria de Mestre Jorginho não anima muito o público no início. Parece que eles ainda estão se acostumando com o frio. Alguns se levantam e ensaiam passos, uns tímidos e outros já eufóricos. A equipe do Manuelzão é uma das mais animadas ao som do tamborim e da cuíca. A luz vai embora e junto leva o som, mas parar de dançar e tocar parece uma idéia distante. Era só a chave do padrão que tinha caído e logo logo o problema é resolvido. NA AVENIDA - O desfile que ganhará a avenida no próximo ano, em Belo Horizonte, começará retratando o Rio das Velhas ainda limpo em sua nascente na Área de Proteção Ambiental da Cachoeira das Andorinhas, município de Ouro Preto. Logo depois, mostrará a “morte” do rio quando passa pela região metropolitana de BH. As alas finais trarão o rio revitalizado e também as diversas manifestações culturais da bacia. Serão aproximadamente 500 pessoas no desfile, mas algo em torno de 600 pessoas já estão trabalhando nas alegorias no espaço da escola no Bairro São João Batista, em Venda Nova. Todas as fantasias são elaboradas a partir de materiais reciclados como garrafas pet, plástico bolha e papéis. “Vamos tentar ser ecologicamente perfeitos naquilo que podemos”, diz Marco Aurélio. Por: Mariana Garcia (texto) e Daniel Iglesias (fotos), de Jequitibá - Publicado em: 09/09/2007 em http://www.manuelzao.ufmg.br/folder_informa/folder_informa/folder_ultima/abram-alas

ESTADO DE MINAS – 20/02/2007 – foto 15x13 – Título: Nota 10 para criatividade – “As baianas da Escola de Samba Acadêmicos de Venda Nova entraram impecáveis, ontem à noite, na via-240, região norte de BH. O mais surpreendente, e que muita gente não deve ter percebido, é que suas roupas foram feitas com plástico-bolha, desses usados para embrulhar eletro-domésticos. O mestre-sala e a porta-bandeira também estavam deslubrantes. As fantasias, “Riquezas do Café”, também foram confeccionadas com materiais recicláveis. As folhas de café, por exemplo, foram feitas com garrafas PET verde. Só pela criatividade, nota 10 para a escola. Mas ela pecou antes mesmo de avançar na avenida. Uma das alas chegou com 15 minutos de atraso, quando a escola já tinha sido anunciada e esquentava os tamborins, e voltou a ficar muda por mais 40 minutos. Não chovia, mas para o público, que lotava as arquibancadas e o resto da avenida, foi um verdadeiro banho de água fria. “Atraso vai pesar na contagem dos votos”, avisou Tadeu Martins da Belotur. Vice-campeã de 2006, a Acadêmicos de Venda Nova entrou com 350 componentes, em 13 alas e três carros alegóricos, com o samba-enredo “Cafezinho nosso de cada dia”. Investimento de R$11 mil reais e um ano de preparativos, disse o diretor de alas, Francisco José Gonçalves. Mas, apesar do atraso, a escola brilhou. As fantasias e desempenho do mestre-sala Léo de Jesus, de 27 anos, e da porta-bandeira Kelly Cristina Pereira, de 36, arrancaram aplausos do público. A porta-bandeira tinha algo a mais: orgulho. A sua fantasia, com uma abertura na frente, realçava a gravidez de cinco meses. É o segundo ano dela na escola. E como diz o ditado, de que “filho de peixe, peixinho é”, seu herdeiro, que ela não sabe o sexo, vai acompanhá-la por muitos outros carnavais, mesmo porque o pai é mestre de bateria da mesma escola (...) “.

DIÁRIO DA TARDE – 20/02/2007 – FOTO CAPA 13x15 – Título: Animação sem fim. Desfiles surpreendentes colorem a via 240 – “Pequenos contratempos iniciais não tiraram o brilho e a animação com que a Acadêmicos de Venda Nova abriu ontem o segundo e último dia de desfiles na via-240, no bairro Aarão Reis. Confetes e serpentinas coloriram a passarela para a passagem de alegorias luxuosas, ao ritmo do samba-enredo sobre a história do café. Uma das novidades foi a ala das baianinhas, com 30 meninas, uma delas de 6 anos, pisando pela segunda vez na Via-240”.

DIÁRIO DA TARDE – 20/02/2007 – MATÉIA DE PÁGINA INTEIRA COM 4 FOTOS COLORIDAS 22x10, 22x10, 14x12, 15x10 – Título: Criatividade surpreende na Via 240 – “Confetes e serpentinas coloriram a via-240, quando o primeiro carro alegórico da Acadêmicos de Venda Nova passou em frente das arquibancadas. No segundo e último dia de desfiles das escolas de samba da capital, não foi a chuva a responsável pelo atraso, e sim, a desorganização. O samba-enredo, que contava a história do café, já empolgava o público quando a escola teve que parar, pois integrantes de uma das 13 alas ainda não haviam chegado. A espera ultrapassou uma hora. Depois de todas as alas completas, a Acadêmicos de Venda Nova fez um desfile surpreendente. Alegorias luxuosas e com muitas cores, além de integrantes com o samba-enredo na ponta da língua, empolgaram os belo-horizontinos. O diretor de alas da escola, Francisco José Gonçalves, afirma que a proposta é encantar. Fomos duas vezes vice-campeões. Este ano, vamos ganhar o primeiro lugar. Vamos mostrar muita alegria e uma bateria com evolução, diz. Uma das novidades mostradas pela escola é a ala das baianinhas, com 30 meninas. Uma delas, Ana Carolina de Oliveira, de 6 anos, entrou na avenida pela segunda vez. Mas, a fantasia dessa vez era ainda mais especial: a roupa é linda e bem rodada. Gosto muito de vir pular carnaval aqui, conta. A participação nos desfiles da Via 240 é tradição da minha família. Minha mãe, meu pai, minhas tias e primas estão na festa também. Só minha avó que desistiu. A ala oficial das baianas também chamava atenção pela criatividade. Pedaços de plástico-bolha, usado para embalar produtos frágeis, foram usados na confecção do vestido rodado. Além de inovar, a escola deu uma lição de como transformar lixo em luxo. Seguindo a mesma linha ecologicamente correta, o mestre-sala e a porta-bandeira estavam com a fantasia “Riquezas do Café”. As folhas de café foram confeccionadas de garrafa PET e o fruto de retalhos. Leonardo de Jesus, de 27, estava ansioso com a responsabilidade de representar a escola. Estou ansioso para levantar o público e levar com segurança o nome da Acadêmicos de Venda Nova, que é a minha escola de coração, comenta. Grávida de 5 meses, Kéle Cristina, 36, ficou encantada com a fantasia, que deixava a mostra a barriga. Estou muito feliz. E o bebê vai começar a gostar de samba desde cedo. A preparação para o carnaval da agremiação começou em maio do ano de 2006 e foram investidos R$11 mil. O público vibrou com a apresentação e para a ajudante de cozinha Marinalva Alves de Brito, 42, a escola é a campeã. Lindo demais o desfile. Foi chique, com muito brilho e as pessoas estavam animadas. Gostei muito, diz. Sua filha, Carolina, 11 anos, concorda: venho todo ano e nunca tinha visto uma apresentação tão bonita. Fiquei surpresa. (...) “.

JORNAL AQUI – 20/02/2007 – Foto cores 15x10 – Título: Dia de decisão. – “As baianas da Escola de Samba Acadêmicos de Venda Nova entraram impecáveis, ontem a noite na via-240, região norte de BH. Vice-campeã em 2006, a escola entrou com 350 integrantes e 3 carros alegóricos, com o samba-enredo “Cafezinho nosso de cada dia”. As fantasias e desempenho do mestre-sala Léo de Jesus, de 27, e de Kéle Cristina, de 36, arrancaram aplausos do público. A porta-bandeira tinha algo a mais: orgulho. A fantasia, com uma abertura na frente, realçava a gravidez de cinco meses. É o segundo ano dela na escola. O brilho da passarela contagiou a todos nas arquibancadas. A destaque Rita de Cássia Guedes, de 36, fez jus a beleza da sua fantasia – “Brasão da República”, mostrando que tem samba no pé. Sua roupa foi feita em lamê e lantejoulas douradas. No resplendor, lamê preto, plumas brancas e muito brilho. No chapéu, folhas de café feitas com lamê verde e broches de pedras e aljofres, plumas vermelhas, laranjas e brancas, além de muitos cristais. (...) “.

HOJE EM DIA – 17/02/2007 – foto 20x14 – Titulo: Escolas querem profissionalizar a folia – “(...) De acordo com o presidente da Escola de Samba Acadêmicos de Venda Nova, Marco Aurélio Gonçalves, o movimento gerado entre os sambistas da cidade para a construção do Sambódromo da via 240, uma das obras eleitas pelo Orçamento Participativo Digital, é uma demonstração de que a classe está enganjada na profissionalização. Outro indicativo é a elaboração de projetos para a captação de recursos ao longo de 2007, a exemplo do que já vem ocorrendo desde 2004. Para o folião, o carnaval começa na sexta-feira ou alguns dias antes, mas, para as escolas, esse trabalho começa com cinco ou seis meses de antecedência, comenta.”

HOJE EM DIA – 14/02/2007 – Título: BH na reta final para a folia - “Com menos tempo de estrada, mas não menos animados, os integrantes do GRES Acadêmicos de Venda Nova participam do terceiro desfile. Ficamos em segundo lugar nos dois primeiros desfiles. Neste ano, quem sabe vem a vitória, assinala o carnavalesco e presidente da escola Marco Aurelio Goncalves, 38 anos. Com o samba-enredo “Cafezinho nosso de cada dia”, os Acadêmicos de Venda Nova homenageia o café e promete contar a história desde a origem do grão nas antigas terras da Etiópia até a chegada dele no Brasil – fato que transformou Minas Gerais no maior produtor mundial. Com 350 integrantes, a escola de samba terá 13 alas, dois carros alegóricos e a participação do grupo folclórico Odum Orixás, que será a comissão de frente. Nossos compromissos são com a comunidade, o artesanato, e finalmente, como o samba de Belo Horizonte. Preparamos o melhor para fazermos uma apresentação com muita alegria, arte e cultura, promete Gonçalves.”

HOJE EM DIA – 03/02/2007 – Foto 15x13 – Título: Polêmicas marcam o carnaval de BH. Família Carnavalesca – É fato que, em BH, a tradição do carnaval ainda não fincou raízes como no Rio de Janeiro. No entanto, a dedicação que algumas famílias tem pelo festejo pode ser um indicativo de que o Carnaval da capital mineira poderá, sim, tornar-se um espetáculo. Em dezembro de 2004, nascia, na casa da família Gonçalves, localizada no bairro São João Batista, a escola de samba Acadêmicos de Venda Nova. Dois meses depois, a agremiação já participava do seu primeiro desfile, alcançando um vice-campeonato. O feito voltaria a se repetir no ano seguinte. Marco Aurélio Gonçalves, 38 anos, analista de sistemas, é o presidente da escola. Sua mãe, Arabela Gonçalves, é a carnavalesca da Acadêmicos de Venda Nova e cede, durante o ano todo, a casa da família para a elaboração das fantasias e efeites que serão vistos em fevereiro na avenida. “Minha casa é como se fosse um grande barracão, tem objetos de carnaval para todos os lados”, conta. A história da família Gonçalves com o carnaval começou em 1985, quando, por diversão, integravam a escola de samba Mocidade Independente de Venda Nova, que durou até 1990. Nesta época, após a perda de incentivos destinados pelo poder público, Arabela dedicou-se a confecção de fantasias de luxo. O enredo e o projeto para o desfile de 2007, foram planejados desde março de 2006, conta Marco Aurélio. A escola irá para a avenida com o enredo “Cafezinho nosso de cada dia”. Pretendemos desfilar com aproximadamente 400 pessoas. Além de se dedicar ao carnaval, a escola exerce um importante papel social. São oferecidas diversas oficinas e também atividade no âmbito do planejamento, direção e execução de eventos carnavalescos. Isso, segundo Marco Aurélio, gera empregos e divisas para a capital mineira. De acordo como presidente da escola de samba, o maior desafio da Acadêmicos de Venda Nova está na ausência de espaço físico para armazenar objetos, desenvolver atividades diversas e viabilizar projetos. Aliado a isso, está o pouco interesse do poder público em apoiar as agremiações carnavalescas. Temos que encarar as escolas de samba como fonte de renda. Precisamos mudar o pensamento que alguns têm sobre o carnaval de BH, diz.”.

FOLHA DE VENDA NOVA – fev/2007 – foto 30x15 e foto 15x10. Titulo: Tudo pronto para o carnaval 2007 – “A GRES Acadêmicos de Venda Nova já está nos últimos preparativos para o desfile das escolas de samba no carnaval 2007 de BH, este ano realizado entre os dias 17/18 de fevereiro, na via 240. O vencedor será conhecido no dia 20. A escola vice-campeã dos dois últimos anos, fará bonito na avenida com 350 componentes e quatro carros alegóricos. Todas as fantasias foram feitas pela comunidade. Foram usados como matéria-prima produtos reciclados. O tema do 3º desfile da escola será o Café, uma das bebidas mais consumidas em todo o mundo, especialmente no Brasil. A escola vai contar a sua trajetória. Após a escolha do tema, a equipe de carnavalescos, comandada por Arabela e Marco Aurélio, mãe e filho, começaram a fase de pesquisas e design dos protótipos das fantasias e dos carros alegóricos. Os trabalhos foram apresentados em maio de 2006. O samba-enredo do carnaval foi escolhido em agosto de 2006. O júri, composto por cinco representantes dos setores cultural e musical de BH e integrantes da agremiação, ficou com a composição de Alcimar Matos. (...)”.

O TEMPO – 09/01/2007 – Título: Divulgada programação do Carnaval – Agremiações dão últimos retoques – “O GRES Acadêmicos de Venda Nova, vice-campeão do carnaval de BH nos dois últimos anos, dá os retoques finais em suas alegorias. De acordo com o presidente da escola, Marco Aurelio Goncalves, neste ano a agremiação entrará na Via-240 com 500 componentes e quatro carros alegóricos. O enredo, escolhido desde abril de 2006, vai retratar a história do café em MG, desde sua chegada da África. Todas as fantasias foram feitas pela comunidade. Foram usados como matéria-prima produtos reciclados. Estamos trabalhando para ter um bom carnaval. Queremos cumprir um bom papel e, se o primeiro lugar vier, será muito bom, disse Gonçalves. (..)”.

WWW.CARNAVALBH.COM – Marco/2006 – Título: Escolas de samba sacodem avenida em plena segunda-feira dia 26/02 – “(...) Pernambuco, o leão coroado do nordeste, este foi o enredo da atual vice-campeã do carnaval, a GRES Acadêmicos de Venda Nova, alegorias com garrafas recicladas e fantasias no mesmo estilo. A escola deu um show de criatividade na avenida e é séria candidata ao título de 2006 (...)”.

HOJE EM DIA em 03/03/2006 – Pág: 15 - Título: Canto da Alvorada é mesmo a campeã – Impasse: resultado do carnaval de BH é mantido, mas esoclas que se consideram prejudicadas podem ir à Justiça – “Depois de mais de duas horas de debate entre a direção da Belotur, LIAC e da Comissão de Carnaval 2006 de BH, foi mantido, ontem, o resultado oficial do desfile das escolas de samba da capital, com a escola de samba Canto da Alvorada como campeã. (...) Após o anúncio das vencedoras, na terça-feira, a classificação da Canto da Alvorada foi posta em xeque pela segunda colocada, a Acadêmicos de Venda Nova. A agremiação se sentiu prejudicada pelo descumprimento do regulamento do carnaval 2006, que não foi respeitado pela própria Belotur, ao distribuir aos jurados, na via 240, planilhas com informações incorretas sobre o carnaval do ano passado. De acordo com o presidente da Acadêmicos de Venda Nova, Marco Aurelio Goncalves, além de não ter atentado para o número mínimo de componentes exigidos em cada ala, a Belotur desconsiderou itens importantes, como a medição dos carros alegóricos. Fomos obrigados a expandir os nossos quatro carros para obedecer às regras, mas ninguém se preocupou em medir nenhum deles, assim como os das outras escolas. Além do regulamento imperfeito, houve clara omissão dos organizadores, disse Gonçalves. (...)”

O TEMPO em 03/03/2006 –Título: Segunda colocada contesta pontuação – “A escola de samba Acadêmicos de Venda Nova, que ficou em segundo lugar no carnaval de BH, entrou com recurso na Belotur pedindo a recontagem dos votos e aplicação de penalidades. A escola vencedora desfilou com três componentes a menos do que o exigido na ala infantil e teria, segundo o regulamento, que perder 3 pontos, contestou o presidente da vice-campeã Marco Aurelio Goncalves. A comissão do carnaval 2006 vai se reunir amanhã para analisar o recurso, mas o diretor de eventos da Belotur, Tadeu Martins, adiantou que o erro realmente existe e será reparado. Se o erro for comprovado, a Canto da Alvorada perde três pontos, ficando com 93,7 e deixando o primeiro lugar para a Acadêmicos de Venda Nova.”

JORNAL AQUI em 02/03/2006 –Título: Regras no samba deixadas de lado – regulamento que rege as escolas da capital é esquecido para evitar que as agremiações que desfilaram fossem rebaixadas. – “ (...) Uma enorme confusão marcou o resultado do desfile de carnaval de Belo Horizonte. Duas escolas que desfilaram na via 240, no bairro Aarão Reis, região Norte da capital – a Mocidade Independente Bem-te-Vi e a Acadêmicos de Venda Nova – entraram com recurso contra a pontuação da campeã, a Canto da Alvorada. No documento as ecolas alegaram que a primeira colocada não tinha desfilado com o número mínimo de integrantes exigido na ala das crianças e, por isso, deveria perder três pontos. Caso o resultado fosse julgado procedente, a Acadêmicos de Venda Nova seria a nova campeã. Mas a comissão de carnaval e a belotur não aceitaram a argumentação (...) Ficou acertado que o regulamento será desconsiderado e o resultado divulgado na terça-feira, que dá os três primeiros lugares as escolas Canto da Alvorada, Acadêmicos de Venda Nova e Nova Era, será mantido. Mas os representantes da Acadêmicos de Venda Nova e Bem-Te-Vi deixaram o encontro afirmando que devem entrar, ainda hoje, com um mandado na justiça para rever os critérios de classificação. (...)”.

DIÁRIO DA TARDE em 02/03/2006 – Caderno Cidades – Pag. 3 – Título: Regulamento é desrespeitado – Normas que regem as escolas de samba de BH é questionado por integrantes. Nenhuma cumpriu as exigências, entre elas, quantidade de pessoas nas alas e de carros alegóricos. “Uma enorme confusão marcou o resultado do desfile oficial das escolas de samba de Belo Horizonte. Duas escolas, a Bem-te-Vi e a Acadêmicos de Venda Nova entraram com recurso contra a pontuação da escola campeã, Canto da Alvorada. No documento as escolas alegaram que a primeira colocada não tinha desfilado com o numero mínimo de integrantes exigido na ala das crianças e, por isso, deveria perder 3 pontos. Caso o recurso fosse julgado procedente, a Acadêmicos de Venda Nova seria a nova campeã. Mas a comissão do carnaval e a Belotur não aceitaram a argumentação, porque se todo o regulamento fosse rigorosamente cumprido, penalizando as escolas que não conseguiram cumprir algum item, todas as oito agremiações que desfilaram seria rebaixadas e nenhuma ficaria no grupo especial. (...)”.

ESTADO DE MINAS em 02/03/2006 – Título: “Resultado Contestado” – “Irregularidades no regulamento do desfile de carnaval de Belo Horizonte mantém a polêmica sobre a escolha das escolas de samba vencedoras de BH longe de terminar. Depois de quase 3 horas de reunião entre a Belotur e a comissão de carnaval 2006, ficou acertado ontem que o regulamento será desconsiderado e o resultado divulgado terça-feira, que dá os três primeiros lugares as escolas de samba Canto da Alvorada, Acadêmicos de Venda Nova e Nova Era, será mantido. Mas pelo menos duas escolas – Acadêmicos de Venda Nova e Bem-te-vi – devem entrar, ainda hoje, com um mandado na Justiça, para rever os critérios da classificação.

DIÁRIO DA TARDE em 02/03/2006 – Título: “Diretores das escolas querem OLHEIRO na avenida” - “... O presidente da segunda colocada, Acadêmicos de Venda Nova, Marco Aurélio Gonçalves, concorda com o concorrente em relação a necessidade de ter alguém avaliando os carros alegóricos. “Tudo estava errado nesse regulamento. Os carros não foram medidos, não houve rebaixamento, as datas escritas para recurso e para desfile estavam incorretas, nada está certo”, reclama. A advogada da escola, Márcia Cristina Luz Pinto, diz que vai avaliar a possibilidade de entrar na justiça contra a decisão da manutenção da classificação. (...)”.

O TEMPO em 02/03/2006 – Caderno Cidades – Pág. B5 – Título: Regulamento é ignorado no carnaval de BH. Escolas de samba não conseguem cumprir as normas e comissão decidiu manter titulo da Canto da Alvorada” – “Todas as oito escolas de samba da capital mineira que passaram pela Via 240, bairro Aarão Reis, durante o carnaval, não cumpriram o regulamento que rege o desfile. Diante da constatação, a solução encontrada pela comissão carnavalesca em reunião realizada ontem foi a manutenção dos resultados divulgados na ultima terça. Com o afrouxamento das regras, valeu a votação dos dez jurados que sagrou como tricampeã a Canto da Alvorada. Duas agremiações contestaram o resultado depois de identificarem que a Canto da Alvorada teria desfilado com três integrantes a menos na ala infantil. “A partir disso ela deveria ter sido penalizada com a perda de pontos e isto não aconteceu. Depois da decisão de ontem, vamos verificar o que é possível fazer ainda”, disse o presidente da Acadêmicos de Venda Nova, Marco Aurélio Gonçalves. Essa escola ficou em segundo lugar e faturou o premio de R$10 mil. (...) ”

CAPA DIÁRIO DA TARDE em 02/03/2006 – Título: Quesito confusão. - “Uma confusão marcou o resultado do desfile das escolas de samba de Belo Horizonte. Em reunião com a Belotur, os sambistas questionaram as normas para os desfiles. As diretorias da Bem-te-vi e Acadêmicos de Venda Nova entraram com recurso questionando a pontuação da escola campeã, a Canto da Alvorada, sob o argumento de que ela não desfilou com o número mínimo de integrantes exigidos na ala das crianças. ”.

FONTE DESCONHECIDA em 02/03/2006 –Título: Segunda colocada contesta pontuação. – “A escola de samba Acadêmicos de Venda Nova, quer ficou em segundo lugar no carnaval de Belo Horizonte, entrou com recurso na Belotur pedindo a recontagem dos votos e aplicação de penalidades. “A escola vencedora desfilou com três componentes a menos do que o exigido no regulamento na ala infantil e teria, segundo o regulamento, que perder 3 pontos”, contestou o presidente da vice-campeã, Marco Aurélio Gonçalves. A comissão do carnaval 2006 vai se reunir amanhã para analisar o recurso, mas o diretor de eventos da Belotur, Tadeu Martins, adiantou que o erro realmente existiu e será reparado. Se o erro for comprovado, a Canto da Alvorada perde 3 pontos, deixando o primeiro lugar para a Acadêmicos de Venda Nova”.

AQUI em 02/03/2006 – Pág: 7 – Titulo: Regras do samba deixadas de lado, regulamento que rege as escolas da capital é esquecido para evitar que as agremiações que desfilaram fossem rebaixadas – “Uma enorme confusão marcou o resultado do desfile de carnaval de Belo Horizonte. Duas escolas que desfilaram na Via 240, A Bem-te-vi e a Acadêmicos de Venda Nova – entraram com recurso contra a pontuação da campeã, a Canto da Alvorada. No documento, as escolas alegaram que a primeira colocada não tinha desfilado com o mínimo exigido na ala das crianças e, por isso, deveria perder três pontos. Caso o recurso fosse julgado procedente, a Acadêmicos de Venda Nova seria a nova campeã. Mas a comissão do carnaval e a BELOTUR não aceitaram a argumentação...”

ESTADO DE MINAS em 01/03/2006 – foto de 17cmX9cm cores – Título: Canto da Alvorada é tricampeã em BH – Escola da região norte da capital conquista o tricampeonato, seguida pela Acadêmicos de Venda Nova e Academia do Samba Império da Nova Era. – “A agremiação Acadêmicos de Venda Nova recebeu 94,3 pontos dos jurados e levou um prêmio de R$10 mil”- “A escola de samba Canto da Alvorada, do bairro Campo Alegre, região norte da capital, é a campeã do carnaval 2006 de Belo Horizonte, sagrando-se tricampeã. Ela obteve dos jurados 96,7 pontos e recebeu o premio de R$20 mil. Em segundo lugar, com 94,3 pontos, ficou a Acadêmicos de Venda Nova, premiada com R$10 mil (...)”.

ESTADO DE MINAS em 01/03/2006 –Título: “Patrocínio – Carnaval vai receber R$1 milhão”. – “(...) O presidente da escola de samba Acadêmicos de Venda Nova, Marco Aurélio Gonçalves, participou do semin[ario. A escola completou, neste mês, um ano e conta com 550 integrantes. No ano passado, com 60 dias de existência da escola, nos apresentamos na Via 240 e conquistamos o vice-campeonato. Fazemos tudo com recurso próprio e apoio de alguns comerciantes da região. Estamos muito animados e adoramos o carnaval na Via 240. É um lugar estratégico, perto do metrô, sem trânsito e muito bem policiado, elogia.”.

DIÁRIO DA TARDE em 01/03/2006 – Caderno Cidades – Título: As campeãs da Via 240 - “... Ficou classificada em 2º. Lugar a Escola de Samba Acadêmicos de Venda Nova com o enredo “Pernambuco, o leão coroado do nordeste...”.

INFORMATICO CLICK VENDA NOVA em 01/03/2006 – 2 fotos de 6cmX6cm cores – Abre-alas e ala das baianas - ”A escola de samba Acadêmicos de Venda Nova foi a vice-campeã do carnaval Samba Belô 2006, que aconteceu na via 240. (...)”.

O GLOBO (on-line) em 01/03/2006 - Título: Comissão julgadora deixa regulamento de lado e mantém resultado do carnaval de BH. - “O carnaval 2006 em Belo Horizonte foi decidido no TAPETÃO. A comissão julgadora se reuniu, nesta quarta-feira, depois que a escola de samba Acadêmicos de Venda Nova, segunda colocada, questionou o resultado. A recontagem de pontos mudaria as quatro primeiras posições e, depois de muita discussão, representantes das agremiações e da Belotur resolveram deixar de lado o regulamento.”

ESTADO DE MINAS em 28/02/2006 – Caderno Carnaval 2006 – Título: BH conhece hoje seus vencedores - “... A festa acabou com as três campeãs do carnaval do ano passado. A Academia do Samba Império da Nova Era, a terceira do ano passado, homenageou a Linha Verde. A vice-campeã de 2005, o GRES Acadêmicos de Venda Nova levou Pernambuco à Via 240 e, por fim, a bi-campeã Canto da Alvorada encerrou a noite com o enredo “amore mio, amore mio. Pátria é todo lugar que o homem forte escolhe para morada...”.

AQUI em 24/02/2006 – foto de 15cmX8cm – Titulo: “Contagem regressiva – Via 240 recebe os últimos ajustes para os desfiles. Acadêmicos de Venda Nova capricha no visual para fazer bonito no bairro Aarão Reis. (...) ”.

CAPA O TEMPO em 18/02/2006 – foto de 16cmX11cm cores - Destaque e fundadora Adélia Rubini. “ – Título: “Carnaval dita o ritmo de industrias em BH, Indústrias da folia estão em plena produção para o Carnaval na capital, gerando rendas extras”.

O TEMPO em 18/02/2006 – Foto 28cmX17cm – Titulo: “Falta de verba ameaça desfile em Belo Horizonte” – escolas criticam ausência de ajuda financeira da prefeitura; vice-prefeito admite problema, mas defende que as agremiações busquem a subsistência – “(...) Um dos incentivos anunciados pela BELOTUR no inicio deste ano foi a confecção do CD com todos os sambas-enredos, 18 anos depois que a iniciativa estava extinta. Para cada uma das agremiações, foram entregues 800 cds, mas elas também reclamam que o material chegou em cima da hora. “Não tivemos nada do prometido pela Belotur em março de 2005, quando o carnaval deste ano começou a ser discutido. A idéia do CD que custa R$20,00, é muito boa, mas ele deveria ter sido entregue antes do Natal, agora não conseguimos vender nenhum”, reclama o presidente da Acadêmicos de Venda Nova, Marco Aurélio Gonçalves. (...) “

CAPA SUPER em 18/02/2006, capa e página 4. Fotos 11cmX5cm cores e 9,5cmX10,5cm cores. Titulo: BH corre risco de não ter desfile de carnaval, mesmo sem apoio escolas de samba se preparam. Preparativos da Acadêmicos de Venda Nova a passos lentos.

PORTA VOZ DE VENDA NOVA em Fevereiro/2006 – foto de 9,5cmX6cm cores - Título: Acadêmicos é Vice no Carnaval, Acadêmicos de Venda Nova levou um prêmio de R$10 mil pelo 2º. Lugar. – “A escola de samba Acadêmicos de Venda Nova, do bairro São João Batista, foi pelo segundo ano consecutivo vice-campeã do carnaval da cidade. A Escola Canto da Alvorada foi tricampeã com apenas 2,4 pontos a frente da campeã, resultado contestado pela Acadêmicos, que através do seu presidente Marco Aurélio Gonçalves lamenta o não cumprimento do regulamento pela escola declara campeã, pois ela não levou o número mínimo de sambistas mirins. (...)”.

CAPA O TEMPO em 18/02/2006 – foto de 16cmX11cm cores - Destaque e fundadora Adélia Rubini. “ – Título: “Carnaval dita o ritmo de industrias em BH, Indústrias da folia estão em plena produção para o Carnaval na capital, gerando rendas extras”.

CAPA O TEMPO em 18/02/2006 – foto de 14,5cmX9,5cm cores - Destaque e fundadora Adélia Rubini. “ – Título: Sob risco. Adélia Pereira trabalha em fantasia da Acadêmicos de Venda Nova; a uma semana do carnaval, preparativo está atrasado e agremiações culpam a PBH pela falta de ajuda.

HOJE EM DIA em 18/02/2006 – Caderno Minas – pág.: 15 – Título: Canto da Alvorada é mesmo a campeã, impasse, resultado do carnaval de BH é mantido, mas escolas que se consideram prejudicadas podem ir a Justiça. – “... Após o anuncio das vencedoras, na terça-feira, a classificação da Canto da Alvorada, que conquistou o tri-campeonato, foi posta em xeque pela segunda colocada, a Acadêmicos de Venda Nova. A agremiação se sentiu prejudicada pelo descumprimento do regulamento do carnaval 2006, que não foi respeitado pela própria Belotur, ao distribuir aos jurados, na via 240 – local onde foram realizados os desfiles – planilhas com informações incorretas sobre o carnaval do ano passado. De acordo com o presidente da Acadêmicos de Venda Nova, Marco Aurélio Gonçalves, além de não ter atentado para o número mínimo de componentes exigidos na ala das crianças, a Belotur desconsiderou itens importantes como a medição dos carros alegóricos. “Fomos obrigados a expandir os nossos quatro carros alegóricos para obedecer as regras, mas ninguém se preocupou em medir nenhum deles, assim como os das outras escolas. Além do regulamento imperfeito, houve clara omissão dos organizadores”, disse Gonçalves. (...) “

HOJE EM DIA (on-line) em 29/07/2005 – Título: Belotur nega verba a blocos e escolas. – “... Mesmo sem ter captado a verba necessária, a Acadêmicos de Venda Nova se inscreveu no evento. O presidente da escola, Marco Aurélio Gonçalves, admite a dificuldade em conseguir apoio das empresas. A expectativa é de que o Governo de Pernambuco ajude com recursos, já que o tema da escola abordará as tradições daquele estado. (...)”

ESTADO DE MINAS – 10/02/2005: “... A surpresa foi o segundo lugar, conquistado pela escola de samba Acadêmicos de Venda Nova. A agremiação foi criada há dois meses e teve apenas 20 dias para organizar seu desfile, usando somente os recursos oferecidos pela Prefeitura de Belo Horizonte, cerca de 10 mil reais...”.

DIÁRIO DA TARDE – 10/02/2005 - pág 3/Cidades – repórter Daniela Galvão: Destaque: “Escola comemora o 1o. lugar na praça sete tendo saído com 500 integrantes de investido r$110 mil. A NOVATA ACADEMICOS DE VENDA NOVA FICOU EM 2O LUGAR GASTANDO MENOS DE R$10 MIL.” “(...) O segundo lugar ficou com a estreante e recém-criada Acadêmicos de Venda Nova, que em sua comissão de frente mostrou a morte do carnaval de Belo Horizonte, que renasceu ao longo do desfile. (...) O presidente da Acadêmicos de Venda Nova, Marco Aurélio Gonçalves, ficou bastante emocionado e curtiu o segundo lugar que, conforme ele, teve gosto de primeiro. – Valeu o trabalho, que foi suado e rápido. A escola foi criada há 68 dias e tivemos apenas 20 dias para preparar nosso desfile. Já vamos começar a trabalhar nosso desfile para o ano que vem. Em 2006, ninguém nos segura! – Esta agremiação gastou R$9.507,00 para sair no Samba Belo – Recebemos R$10 mil da prefeitura e tirando os imposto foi o que nos sobrou. Não tivemos patrocínio de ninguém...”.

CAPA DO HOJE EM DIA EM 09/02/2005 – CADERNO MINAS – PAG 9 – 2 fotos coloridas, uma em dimensões 27cmX17cm com enunciado “Mestre-Sala e Porta-Bandeira apostando no luxo, na ótima bateria e na sensualidade”, 2a. foto em dimensões 11,5cmX7cm com enunciado “Foliões da recém-criada Acadêmicos de Venda Nova, em seu primeiro desfile.”.

HOJE EM DIA – pág 9 – 09/02/2005 – repórter Bruno de Carvalho: “... Já a Acadêmicos de Venda Nova mostrou na avenida um pouco da região, usando as cores azul, verde, rosa, amarelo, branco, laranja e vermelho. A destaque Arabela Gonçalves, 56 anos, é mãe do presidente da escola, Marco Aurélio Gonçalves – A Acadêmicos está feliz, nós conseguimos levantar a platéia – disse, após o desfile. (...) Com apenas cinco ensaios, a comissão de frente conseguiu animar a platéia, com homens com vestidos brancos e máscaras negras no rosto.”.

HOJE EM DIA – 08/02/2005 – pág/13-Minas – repórter Ana Paula Lima: “(...) Com orçamento bem menor – R$9,507,00 – e 68 dias de existência, a Acadêmicos de Venda Nova mostrou que dá para chegar ao 2o. lugar, mesmo sem tradição. Obteve 80,4 pontos, contra os 74,5 da 3a. colocada, a Império da Nova Era...”

CAPA DO DIÁRIO DA TARDE em 08/02/2005 – foto de 19,5cmX20cm cores - Destaque e fundadora Adélia Rubini. “... a Acadêmicos de Venda Nova lembrou a historia do carnaval da capital mineira”.

CAPA DO DIÁRIO DA TARDE EM 08/02/2005 – CADERNO CIDADES – 3 fotos coloridas com dimensões de 29cmX15cm, 13cmX9,5cm e 13cmX9cm, com enunciados “A Acadêmicos de Venda Nova, foi fundada há pouco mais de 60 dias, ganhou a avenida com 330 integrantes e quatro carros alegóricos”, “Venda Nova preparou seu desfile em apenas 20 dias” e “A beleza e ritmo das passistas da Acadêmicos de Venda Nova”.

DIÁRIO DA TARDE – pág 10/cidades – 08/02/2005. “(...) Depois foi a vez da estreante Acadêmicos de Venda Nova, fundada há pouco mais de 60 dias, ganhar a avenida com 330 integrantes e quatro carros alegóricos. De acordo com o presidente da escola, Marco Aurélio Gonçalves, a comissão de frente simbolizava a morte do carnaval de Belo Horizonte, que renasce posteriormente. O diretor de ala, Marcos de Jesus, frisou que a Acadêmicos de Venda Nova teve apenas 20 dias para montar todo seu desfile. As fantasias coloridas de verde, rosa, amarelo, laranja e vermelho chamaram a atenção do público...”.

 

Belo Horizonte - MG - Fones 31 88054267, 96561812 - email: contato@avendanova.com.br