Escola de Samba Acadêmicos Venda Nova - Carnaval Belo Horizonte - ShowsKéle Cristina Guereira, a linda Porta-bandeira...

Deslumbrante no seu bailado e surpreendente ao exibir através de uma abertura no seu traje uma gravidez de 5 meses, Kéle Cristina desde cedo contagiou-se pela dança do casal de mestre-sala e porta-bandeira. Quando adolescente desfilou conduzindo o pavilhão da extinta Mocidade Independente de Venda Nova. Além de excelente passista, com um irrepreensível samba no pé, Kéle transforma-se em graciosa dama, esbanjando elegância e carisma durante a sua passagem pela passarela do samba. De 2006 a 2015 conduziu o nosso símbolo maior, tornando-se uma das grandes porta--bandeiras do nosso carnaval, obtendo notas máximas em suas apresentações. Foi conduzida pelos Mestres-sala: Leo de Jesus (foto acima), Dênis Ricardo e por Leonardo. Kéle também é a orgulhosa mãe de Juliana, Carol e Isadora..

 

ARABELA GONÇALVES - Designer de carnaval

Carnavalesca e Diretora Artística do Grêmio, Arabela Gonçalves é veterana dos concursos de fantasias de luxo promovidos pela Belotur. Foram diversos títulos de campeã alcançados no Clube Libanês de BH, Teatro Francisco Nunes e nas regionais. Suas criações encantaram as platéias por onde desfilou, seja nas passarelas ou nos carros alegóricos das escolas de samba de Belo Horizonte, Acesita, Nova Era, Sabará e Nova Lima. Obteve primeiro lugar em luxo feminino com as fantasias "O Último Baile de Maria Antonieta" (1990), "Colombina em Chamas" (1991), "Natividade" (1992) e foi a confeccionista da última campeã do último concurso da Belotur, ocorrido no Teatro Francisco Nunes, com a fantasia "Índia num tabuleiro de xadrez", interpretada pela sua sobrinha Gisele Rubini. Arabela é barroca. Requintada nos acabamentos possui especial habilidade no trato com materiais delicados, incorporando às suas peças detalhes puramente artesanais como crochê, tricô, macramê, e bordados finos. Esmera-se na confecção dos adornos e exige dos seus colaboradores finalização impecável. É exigente mas muito solidária e paciente. Veste o casal de mestre-sala e porta-bandeira, a comissão de frente e os principais detaques do GRES Acadêmicos de Venda Nova. Fotos abaixo: 1/2- "Colombina em chamas", 3- "Último baile de Maria Antonieta", 4/5- "Natividade", 6-"Deusa Asteca":

1Escola de Samba Acadêmicos Venda Nova - Carnaval Belo Horizonte - Shows 2Escola de Samba Acadêmicos Venda Nova - Carnaval Belo Horizonte - Shows3 Escola de Samba Acadêmicos Venda Nova - Carnaval Belo Horizonte - Shows

4Escola de Samba Acadêmicos Venda Nova - Carnaval Belo Horizonte - Shows5Escola de Samba Acadêmicos Venda Nova - Carnaval Belo Horizonte - Shows 6Escola de Samba Acadêmicos Venda Nova - Carnaval Belo Horizonte - Shows

 

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Marco Aurélio Gonçalves - Designer de carnaval

Como Diretor de Carnaval e carnavalesco do Grêmio, foi o designer das fantasias e alegorias exibidas durante os desfiles do Grêmio e assina também os protótipos que serão apresentados para o desfile 2017. Atua no carnaval desde os 15 anos onde iniciou os seus trabalhos junto à comissão de frente da extinta GRES Mocidade Independente de Venda Nova, alcançando a nota máxima em Comissão de Frente. É o responsável pela criação das fantasias de destaques e incorpora ao seu trabalho muito artesanato e materiais reciclados, que são coletados, higienizados, cortados e moldados (algumas peças são moldadas diretamente no fogo), e assumem formas inusitadas como o que foi apresentado no abre-alas do Grêmio em 2006, onde foram exibidas 3000 garrafas "Pet", recicladas e moldadas, que assumiram a forma dos recifes de corais que nomearam a capital do Estado de Pernambuco. Executou trabalhos de criação, acompanhamento, composição de samba enredo e coreografia do GRES Unidos da Vila, de Sabará desde 1998. É auto-didata de estilo inovador.

 

Odum Orixás

O brilho da nossa comissão de frente, de 2007 a 2013, esteve sob a competência dos maravilhosos bailarinos e amigos da Associação Cultural Odum Orixás. Seu representante Adelson Vieira dos Santos, o Sabará, nos conta "Uma pequena história"... Sabará, diretor do espetáculo “Baobá” e ‘Circo Negro’, aos 13 anos, conheceu o sociólogo Paulo Cezar Valle que o levou para trabalhar no restaurante Aruanda onde teve seu primeiro contato com a dança folclórica através do Grupo Folclórico Aruanda que se apresentava naquele local e era dirigido pelo Prof. Paulo César. O Grupo Odum Orixás surgiu deste Grupo. Criado em 1972, pelo sociólogo Paulo Cezar Valle, pela musicista Celsa Rosa, a atriz Eliane Maris. A partir de 1975, com a saída dos criadores, alguns integrantes, decidiram continuar e, passamos a trabalhar com o foco nas questões de negritude e combate a ditadura. Em 1981 Sabará dirigiu as peças “Empregado é bicho à toa?” de e “Arena conta Zumbi” de Gianfrancesco Guarnieri, numa das primeiras experiências teatrais do grupo com a arte teatral. Após uma nova dispersão o grupo retorna, em 1998. Neste ano têm inicio debates em torno dos 500 anos do Brasil, e o Odum Orixás fez um trabalho que ia de encontro a outros movimentos sociais a partir de uma visão mais crítica: a de denúncia dos 500 anos de exploração do Brasil. A partir de 1975, além de trabalharmos com a questão da negritude fomos pioneiros na junção de novas linguagens dentro dessa temática mais crítica, incluindo no nosso trabalho poesia, teatro e música... Com essa expansão dos objetivos e atividades do grupo, tornou-se necessário a transformação do grupo em Associação Cultural. Atualmente a Associação Cultural Odum Orixás realiza oficinas de dança, artesanato, cabelos afros, percussão, e comidas afro brasileiras. Conta ainda com um grupo de pesquisa sobre a cultura afro-brasileira e ações afirmativas. Realiza apresentações dos espetáculos em teatros, escolas municipais, estaduais e de ensino superior, e onde quer que seja chamado. A associação desenvolve, também, o projeto “Negro na praça”, no qual os trabalhos são levados para diversos espaços públicos da capital e interior, interagindo com o público e artistas locais. A partir de 2010 iniciamos uma parceria com o Grupo Circense Impacto e com a Phábrika Cultural, já tendo como resultado o espetáculo “Circo Negro” no qual se representa a vida do palhaço negro Benjamim de Oliveira nascido em Pará de Minas (MG) e onde estão juntas as linguagens do circo, dança afro brasileira, teatro, música, literatura e história cultural mineira. Este e outros projetos são executados com voluntários. Anualmente realizamos uma Kizomba (festa) como forma de agradecimento, confraternização e encerramento das atividades do ano.

Contatos: Madu Santos
31 9925 7708
maduxas@yahoo.com.br
adelsonsabara@yahoo.com.br

 

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